6 de junho de 2017 Kareemi 0Comment

Quando eu te convido a “ser vulnerável”, num primeiro momento a ideia pode não te parecer muito legal. Vulnerabilidade tem a ver com “estar exposto”, desprotegido. Também tem a ver com fraqueza, fragilidade. Se você está vulnerável a algo, você está em “perigo”.

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Por isso eu quis trazer a vulnerabilidade pra essa conversa de hoje, porque o mundo veste a questão de “ser vulnerável” com a roupa de “ser fraco”, e eu quero te mostrar que não:

Ser vulnerável é estar disposto a fluir na vida através do amor; do seu amor por você mesmo, de se abrir para o amor do outro, e especialmente, de confiar no fluxo do amor que rege o universo. Portanto ser vulnerável é ser muito forte, corajoso e viver plenamente.

Há alguns anos atrás, uma amiga que fazia leitura de campo áurico, estava fazendo uma leitura pra mim e numa certa altura ela me disse, “a palavra é “vulnerável”, seja vulnerável se você quiser fluir no caminho do amor”. Aquilo não caiu legal em mim. Como eu poderia viver desprotegida, dando a cara pra bater sem me machucar nesse mundão?

Procurei essa amiga um tempo depois de tanto “encasquetar” com isso e pedi ajuda, pedi que ela me falasse mais sobre “ser vulnerável” o que ela quis dizer com isso. Foi aí que minhas ideias sobre “vulnerabilidade” saíram do senso comum (equivocado, como sempre) e foram a outro extremo: o de viver em confiança, aberta às infinitas possibilidades, vibrando no amor; e é essa óptica que eu quero te apresentar!

Veja bem: A mente trabalha com “margens de segurança” o tempo todo. Ela analisa escolhas, decisões, mudanças, situações pra você entrar ou sair, sempre com base no quanto você estará mais seguro, certo? Ela troca isso por aquilo, avaliando sim as vantagens, mas se as vantagens forem boas porém sem margem de segurança, ela “pula pra trás”, Ok? As pessoas, de modo geral, têm conforto quando se sentem em segurança.

Mas a mente funciona no que eu chamo sempre de “modo operante automático” quando você ainda não se deu conta dos mecanismos dela – como já conversamos aqui – e por isso ela faz você acreditar na maior ilusão de todas: que existe segurança em alguma coisa nessa vida! rsrs quando não existe! Nenhum emprego é seguro, nenhuma relação é segura como você espera, ter sua casa própria quitada não garante segurança à sua família, estar com a conta cheia de dinheiro também é uma falsa segurança. Nada é seguro porque tudo muda o tempo todo! Tudo é temporário! E especialmente: tudo pode acontecer! Por menos que você espere, acredite ou não queira ver, TUDO pode acontecer!

Não temos controle de nada, de nenhuma situação, muito menos sobre pessoas – mas a mente acha que tem, mesmo vivenciando diariamente experiências que comprovam isso, ela te faz acreditar que tudo é como ela pensa e que você pode sim “estar seguro” de alguma maneira.

Então se a segurança é ilusória, ela não existe,  e tá todo mundo se protegendo achando que ela existe, todo mundo está, na verdade, “se fechando”, se retraindo, se protegendo, achando que está em segurança e isso entrava o fluir da vida individual e coletivo, claro!

Se eu amo você, mas tenho medo de me expor – porque eu entraria em risco – como você vai saber que eu te amo? Como eu posso tentar viver esse amor se você não tem conhecimento? A vulnerabilidade permite que quem vibre nela, seja transparente porque não há medo em se expor. Mesmo que você não me ame, eu te disse, eu me expus, e eu tenho a verdade de você, que mesmo sendo um “não”, ainda assim é a verdade!

Se eu quero muito empreender, ter meu negócio próprio, mas tenho medo de perder a segurança que meu emprego me dá (e quem me garante que sempre vou tê-lo?), se eu não confiar no que eu quero, me jogar nisso, sendo vulnerável às possibilidades, como vou realizar isso? Ser vulnerável é ter coragem!

Imagine se todas as pessoas começassem a sair da segurança e migrassem pra vulnerabilidade quantas coisas lindas se manifestariam, quantos amores se concretizariam, quanta fluidez  amorosa, corajosa e transparente estaria guiando a todos nós – no nosso caminho individual e coletivo.

  • Tá na hora de tirarmos as carapaças ilusórias de proteção e expormos nosso coração.
  • Tá na hora de se armar de vulnerabilidade e se desarmar da segurança que não existe.
  • Tá na hora de fazer escolhas porque algo dentro grita e os riscos sempre vão existir, inclusive o risco de “dar certo”, funcionar e ser feliz.

Por isso eu te convido a ser vulnerável, experimentar a confiança, o amor. Sair do medo, das possibilidades de dar errado e sofrer. Quem é vulnerável, ama mais e recebe mais amor. Flui sem questionar, aceita. A vida fica muito mais leve quando abrimos mão da tal segurança, das margens de erro…

Eu compreendi isso quando a vulnerabilidade me foi apresentada desta forma que eu te apresento hoje e desejo que você também compreenda, porque ser vulnerável é, sem dúvida alguma, viver com leveza!

Kareemi.
Porque a Vida Pode Ser Mais Leve!

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