2 de janeiro de 2018 Kareemi_ 1Comment

Depois de postar o vídeo “Minha história com meu corpo”, no qual comecei a falar sobre o despertar da minha consciência corporal, muitas mulheres me escreveram interessadas em saber mais sobre Ginecologia Emocional, perguntando sobre situações adversas que vivem cada uma em seu corpo. Então, decidi trazer algumas questões pra você:

corpo-espelho
Google imagens

Como é a sua história com o seu Corpo? 
Como você se relaciona com seu Corpo?
Você gosta do seu Corpo? Ou melhor… O que significa o Corpo para você?

Eu pergunto por que, como já comecei a contar parte da minha história, até desenvolver Consciência Corporal, buscar a cura para os meus ovários policísticos, e me conectar com a Ginecologia Natural – que transformei em Ginecologia Emocional – para mim, o corpo não tinha nenhum significado além de uma representação neste plano.

Eu não tinha ideia de que o corpo era o principal veículo de despertar!

O corpo, além de ser um portal de sensações, é também o principal termômetro de como está o nosso campo emocional. Eu não fazia ideia de que todas as irregularidades que tinha no meu ciclo menstrual, os problemas ginecológicos que já havia tido e que diversas doenças crônicas que vivi com meu útero, vinham mais diretamente ainda das minhas dores femininas.

A maioria das mulheres não sabem disso. Ninguém vai nos ensinar.

Por isso eu quero saber de você, como é a sua relação com o seu Corpo.
Me escreve. Comenta aqui.  
Me conta como você se vê no seu corpo. Me manda e-mail, porque eu quero saber como está isso na sua vida.

No geral, nós mulheres somos o tempo todo somos convidadas a olhar para um padrão de beleza. Hoje nós temos um modelo estético que é considerado ideal, e se não for “aquele”, não somos bonitas.

Isso não é verdade!

Existe um interesse do sistema em que vivemos, em criar um modelo de beleza; e esse modelo de beleza carrega vários produtos em torno dele para comprarmos, já percebeu? Se eu acredito que aquilo é o ideal, o bonito, vou começar a consumir tudo o que gira em torno deste padrão a fim de estar realmente inclusa, para ser atraente, acreditando que serei, inclusive, mais bonita que as outras; um pensamento de mulheres desconectadas do próprio feminino.

Nós mulheres, na verdade, quando nos arrumamos para sair não nos arrumamos para os homens perceberem. Achamos que sim, mas sempre acabamos nos comparando às outras mulheres.

O teor da energia feminina é o da Colaboratividade entre nós.

Estamos todas dentro de uma irmandade, temos Sororidade, cumplicidade.

A competição é um reflexo de uma sociedade patriarcal que dita o sistema e acaba fazendo de nós inimigas desnecessariamente.

Quando nos espelhamos muito no padrão de beleza dito “ ideal” –  e que a maioria de nós não tem – ficamos cada vez mais sem a mínima autoestima. Não temos o mínimo amor próprio ou autoconfiança. Amor pelo corpo então, nem se fala! Ou seja, tudo para nos introduzir em um “rebanho” que compra aquilo que é ditado.

Nossa relação com o corpo, como o vemos e o que ele significa em nossas vidas é muito maior do que tudo isso. O corpo é nossa representação neste plano, o portal das sensações e através dele nós experimentamos tudo o que acontece; sendo assim ele é o principal termômetro de como estamos emocionalmente.

Por exemplo, quando uma mulher está ansiosa demais ela pode se encontrar em dois extremos: às vezes, come muito. Comer torna-se um movimento de prazer para as coisas que não estão fluindo bem. Se eu estou ansiosa com alguma coisa, preciso então de um prazer para sanar aquele momento, e a comida acaba sendo a minha fuga. O outro extremo bem menor entre nós mulheres, é que na ansiedade o estômago trava e não “desce nada”. Eu já tive as duas fases.  

Na minha fase desconectada eu engordava muito, comia demais por ansiedade e pelo meu ritmo de vida. Era meu único momento de prazer. Eu parava, olhava para mim e para o cardápio para escolher o que comer. Aquilo me dava prazer! Hoje se me vejo um pouco ansiosa, perturbada com algum assunto, percebo que meu estômago trava e não consigo comer.

Nenhum dos dois é comum. São extremos que não precisamos.

Falando sobre tudo isso e sobre Ginecologia Emocional, um assunto que estou trazendo agora, quero te convidar para conhecer um pouco mais sobre isso tudo através de um conteúdo que eu estou enviando por e-mail.

Se você, mulher, tem algum problema ginecológico, se não consegue engravidar, alguma irregularidade no seu ciclo menstrual, ou sente que há alguma coisa errada justamente na região do seu útero; se cadastra no link abaixo pra receber informações que te ajudarão a entender o que está acontecendo com você.

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Porque o seu útero está reagindo dessa forma. 
Porque os seus ovários estão reagindo assim. 
Porque o seu ciclo menstrual está fazendo isso com você.
Porque você tem tanta TPM.
Porque você tem tanta cólica.

Tudo isso tem explicação emocional.

Nada começa no corpo.

Tudo o que o nosso corpo sente e manifesta começa no campo emocional.

O meu corpo é uma grande ferramenta de trabalho para mim. Através dele eu vi a capacidade que todos nós temos de criar e curar doenças. Essa história, como eu disse no vídeo que citei aqui, começou no acidente mas se consagrou e eu tive uma grande transformação na minha vida através da Ginecologia Emocional

Houve uma reconexão feminina com meu corpo, com meu amor próprio, minha autoestima.

Meu encontro com a Ginecologia Natural, para curar meus ovários policísticos e parar com a pílula anticoncepcional, trabalhar com mulheres e ouvi-las, fez com que eu criasse a Ginecologia Emocional. Que é exatamente o que eu faço. O nome mais adequado, o conceito perfeito para tudo isso que estou começando a explicar e contar para você. Porque desejo que todas as mulheres do planeta tenham a transformação que eu tive com o corpo, com os relacionamentos, na vida, e no bem estar!

Ajuste o volume e clique no Play para assistir o vídeo.

Kareemi.
Porque a Vida Pode Ser Mais Leve!

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One thought on “E você? Gosta do seu corpo?

  1. Acredito que tenho uma boa relação com meu corpo, não sinto necessidade de seguir um padrão de beleza . È claro que com meus 58 anos as rugas incomodam, faz parte de envelhecer , tenho que apreender a lidar com isto. Quando fico ansiosa não consigo comer, é a primeira reação do meu corpo. Como já sou magra acabado ficando mais magra ainda, já cheguei a pesar 49 kg qdo passei por um período bem difícil em minha vida. Já recuperei alguns.a A menopausa foi um tanto tranquila sem muitos calorões como vejo acontecer com a maioria das mulheres , não faça reposição hormonal.
    Adorei o assunto
    grata
    Tere

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